110- A TRAJETÓRIA DA MÉDIUM FANICA

 

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Há um livrinho com a trajetória da médium Fanica, muito interessante, só é vendido lá no centro onde trabalhou.  Esse livro foi captado pela médium Helena B. Magalhães que trabalhou nesse mesmo centro como médium e, depois como dirigente e que atualmente está em Minas Gerais atuando.

As primeiras mensagens foram captadas em 1999 e o título do trabalho foi no ano 2.000.

Nome da médium Fanica nesta última reencarnação:  Estefânia Vieira Fortes

Seus dons mediúnicos se revelaram  aos 21 anos já casada e com uma filha.  Espíritos obsessores principiaram  a fazer com que se senti-se mal com ataques epiléticos.  A fizeram tentar o suicídio numa linha férrea(trem).  Foi salva por um irmão que não sabendo mais onde recorrer a levou à D. Marcília, uma senhora espírita que semanalmente fazia reuniões de desobsessão.  O seu maior algoz terminado o tratamento na Fanica rendeu-se a força da luz e acabou conduzindo parte dos trabalhos doutrinários na casa Artur.

Quando já preparada e livre dos obsessores o seu guia se apresentou:  guia Artur.  O trabalho era abrir uma casa de luz para divulgação do caminho de volta ao Pai(Criador).  O guia Artur a fez trabalhar em muitos lugares antes de abrir a casa de luz.

Nessa dedicação, o marido a deixou e foi contrair outro casamento, formou outra família.

Fanica fica com dois filhos sozinha e com poucos recursos. O irmão a ajuda e com as flores de pano que faz para vender vai vivendo.  Pobreza quase absoluta.

Devido a sua dedicação e aos guias que recebia (um deles, medico homeopata),  e também doutrinava acabou sendo conhecida em todo o meio espírita do Rio de Janeiro.

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1953 - seu guia diz:

Já estás pronta.  É hora de abrir a nossa casa.

Houve dificuldade em arranjar local para abrir o Centro, devido a não ter recursos financeiros.  Mas uma médium deu a solução: cedeu um galpão que existia no fundo de sua casa. 4/8/53

Fanica fundou ai o centro com um grupo de médiuns.  A casa cresceu, conseguiram com o tempo sair de lá e compraram uma casa no bairro do Grajaú, no Rio de Janeiro, Brasil, e até hoje o centro funcion alí na rua Luiz Guimarães número 106.

Fanica faleceu em 19/3/1976.

------------------------       Agora vamos ver as vidas passadas de Fanica:

Século 3DC: Fanica fundou o Monastério de Assis.  Foi uma sacerdotisa do culto à Grande Mãe, foi uma druidesa( druidas).  Nome da época :  Estefanie.  Helena cheguou à esse Monastério aos 5 anos de idade e Estefanie já havia desencarnado e em seu lugar estava sua filha carnal Lirian (Senhora de Assis).

Século 12 DC: Outra vida, agora no Norte de Portugal.  Nome da época: Bibiana.  Apasentava as cabras.  Ficava quase o dia todo ao ar livre, observava os animais e os viam comer certas ervas e rejeitar outras. Isso foi um aprendizado para ela quanto ao efeito das diversas ervas.  O pai obrigou-a a casar com um rapaz da Aldeia.  Resultou dois filhos, dois meninos.  Nesta encarnação  tornou-se curandeira.  Faleceu aos 42 anos, curava através de ervas e não deixou seguidores e ficou sentida por isso.

Século 18 DC: França. Nome: Cecile.  Desta vez nasceu num ambiente rico.  Veio com o dom da clarividência, dizia às pessoas as premonições que via.  A família temendo que a Igreja Católica acha-se ser aquilo magia, encerrou-a num Convento.  Era uma pessoa muito alegre, gostava  de cantar  e não podia mais fazê-lo.  Não podia contar as suas visões.   Foi definhando aos poucos.  Faleceu aos 29 anos.

Século 20:  nome   Estefania(Fanica)  Missão: divulgar, ensinar a doutrina espírita. pois seu desencarne viu que seu trabalho não estava completo.  Houve dificuldade em sua ascensão devido as mágoas e ressentimentos das ingratidões das falsidades, a ignorância quanto ao seu trabalho e ao Guia Artur.  A cada ingratidão de " seus" médiuns, sofria e ficava magoada.

Após os trabalhos e orientações na sua vida espiritual conseguiu a compaixão pelo amor, sem nenhum sentimento de apego ou posse.  Vinte anos depois de seu falecimento e de sua dedicação lá do outro lado da verdadeira vida, Fanica ascendeu a categoria de Mestre e escolheu chamar-se Mestra Corina, nome que foi de sua última mãe carnal.

Trabalha com a equipe de Mestre Morya no raio azul.

Esta narrativa é um pequeno resumo do livro Uma médium chamada Fanica, escrito e psicografado por Helena B. Magalhães, eis dirigente do Centro Guia Artur. 

 
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